12.7.12


"Vazia, vazia, vazia; silenciosa, silenciosa, silenciosa. A sala era uma concha, cantando o que fora antes do tempo; uma jarra estava hirta no coração da casa, alabastro, lisa, fria, segurando a tranquila, destilada essência do vazio, silêncio."

Virginia Woolf, Entre os Actos
(Cotovia, 1991)

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